8 de junho de 2016

Déka.dahD'ioitemtah.

É denúncia? É notícia.

As imagens do Brazil para o mundo, é ano de olimpíada, nosso corpo esta a venda, somos o paraíso 
fiscal dos prazeres, vc sabe disso.

Eu sei disso.

São as imagens do Brazil...

Vou dar notícia sobre mim, e com essa obra, não posso deixar que me vejam nu, não posso sugerir que me flertem a carne, não posso deixar que me toquem.
,,, meu único prazer é me alterar as cores, sou camaleônica, sou istranha
                “’ Oi,      descobri no passado que dentro de mim tem um deus. Descobri no passado que dentro de mim tem um encosto chamado deus. Descobri que esse deus sou eu e todos os outros enigmas que me acompanham, não venha falar vc que não ouve vozes, nos sabemos que sim,                Oi,          vim dedicar pra vc esse poema,               ele tem que ter métrica e ritmo, ele tem que ter música,            
... _ _ daí se perguntam, como iria parar no ar, para ver se tenho música, _ , aliás, onde se acha musica hoje, onde foi que eu botei
_ no bolso da calça? Akele casaco q eskeci na Ana? Será que tava La?
Anque no fuese

___ ELE TEM VIVIDO ESTRANHAS DORES, SEU ESTADO É ASSIM, FRIO QUASE MORTO, SE OLHA NO ESPELHO O TEMPO TODO PRA TENTAR LEMBRAR ... COMO ERA MESMO?
___
Eu bebi entre milhões de almas doces, nuas e ostis, eu vivi entre milhões de flores e frutas, dessa terra estranha o brasil, 

que tem um costume estranho de vender o corpo doce e a fruta, e ficar só com o fel.

É a mesma coisa , um colibri, flor de arco-íris, colibri, colibri

Quem esta cantando?

A verdade é que entre milhões de dores e cores, estive no mais profundo abismo, e a música sempre estava La, as vezes era grito, as vezes era pausa.

Smaragdos margara _ não sou marionete, não sou marionete, não sou marionete

Década de oitenta

Década de oitenta


Década de oitenta





Soy Latino.

18 de outubro de 2013

Elegia Amor



                Muitas vezes fui feliz aos poucos, hoje não estou pronto para futilidade alguma, quero o denso e o forte, quero poluir minha mente com a pior das filosofias, com a mais imbecil prosódia de éticas e crenças, estou pronto hoje para um drama sem fim, russo e violento, com sangue e vagens.
                Mesmo porquê, o que se tem para falar de pessoas? e não me interesso por tanta coisa.
                Sofro esses dias de paixão de primavera, meu coração esta mais do que pronto para amar alguém, e isso é um drama francês de primavera, com glacê.
                Estou com uma depressão importante. Me sinto cego, e ser cego não pareceu ruim, o que há para ver no mundo?
                Não sei sequencias de vida, não me é a primeira vez, que sou pego incompetente no improviso de viver.
                Resolvi esquecer minhas obrigações, veja:
                Eu agora tenho um silêncio em mim; O mantenho prisioneiro e dissolúvel, solitário silêncio, e o grito que dissipei ao longe.
                Manhãs de sol, vários movimentos circulam a terra, e o seus afazeres domésticos, esta além de teu entendimento, paciência de poucos, eu vi um homem nu, e vi a nudez de verbos, vi tudo que faz a terra girar, e as suas rotas ignotas, vi uma constelação e a noite!
                O que tenho deve se chamar amor, com seu trabalha silencioso de gritos, não o amor, o amor que tive e não este; O amor que eu nunca encontrei, mas existe inteiro em mim, silencioso. É isso que sinto e por isso posso muito morrer, o teu movimento morte, mar e breu.
                O que sou eu agora? Que grito? Alguma coisa entrou por debaixo da minha porta, seus movimentos em vultos frios, eu vi na escuridão do meu quarto um passo de gente, eu vi na infinitesa da sombra, uma estroboscopia que diligente me assusta e grita, eu vi tua absorção, e o movimento que fez, os giros que teve, toda a fração dos tempos, e que trabalhava com gosto; Preciso de ajuda para encontrar o caminho de casa.
                Não me sinto feliz, e a questão é a distração, me perco da vida, respiro devagar para saber que estou vivo, tento uma coisa nova, encher um pouco mais o pulmão empurrado pelo vazio do diafragma, e estou vivo, um pouco cansado, mas vivo, acontece que eu tenho medo de você, tenho medo de te amar mais do que devo, e não ser correspondido, tudo o que um amor precisa para ser real e verdadeiro é ser correspondido, quem ama sofre.
                E é um sofrimento de vagar, não me para o tempo, não me arranca prantos e não me detém, mas me lesa aos poucos,  e eu tenho muito medo.
                Pelo menos 30 crianças foram picadas por um escorpião em 2011, estamos então esperando o resultado de 2012, para sabermos se isso ainda faz parte de nossa cultura, ou se já podemos descartar a informação para 2013, 30 crianças, isso no Brasil.
                Queria a tua busca, sempre quero, quem foi que inventou a beleza, quem padronizou? sei que cachorros sabem das coisas porquê nascem guiados pelo instinto, e seguem a vida toda assim, ou não, na verdade não sei muito de cachorros, mas sei de gente, acho até que sei bastante, vejo muito sobre pessoas.
                Amar é coisa de gente, decidir o amor, e a paixão, e os movimentos que isso tudo leva, é particularmente humano, me sinto melhor quando escrevo, do jeito que escrevo.
                O que tenho a dizer afinal? não é muito, não lhe mudará a vida, não lhe trará muito entendimento, quero desconstruir, você me entenderá na desconstrução e eu serei mais completo até, serei.
                Gosto muito de jogar água fria na frigideira bem quente, o estado de graça que ela se faz é vivo.
                Que eu não fui te ver hoje, e foi de propósito, queria sentir saudade, e queria que você sentisse falta de mim, não sei se sentiu, e agora sofro lentamente, nada me impede seguir o curso natural, mas, me aperta um pouco, ou não sei bem o que eu digo, não sei bem também porquê não te procurei, mas estou com saudade, ou não é saudade, é arrependimento, e carência.
                E como somos bregas, me sinto bem seco na parede, de um quarto de hotel, com decoração dos anos noventa, e vivi assim, entre milhões de sombras que criei de ti.
                Fale de mim, se você quiser; Meu deleite é ver-te me folheando a tarde, e o vento te empurrou leve nessa frase, e tudo era opaco, você estava sentado num balanço, meus olhos fecham, como se fosse uma possibilidade de morrer muito logo, ou coisa parecida, o susto que dava, era uma cena de amor ou coisa bem parecida, coisa bem parecida.
                Se morrer, vou para o Sol, meu verdadeiro lar, vou remorar em mim.



10 de outubro de 2013

estou pedindo ajuda



Oito fios de cabelos brancos, por dia, nascem em mim, eu a cada passo, não tenho mais o sorriso branco de antes, minha alegria é agora cariada, uma infinita angustia nasce junto aos fios.
O meu amor perdido.
Quero ver todos os espasmos do tempo, corroer minha pele, e seco eu padeço finito, como de costume, e tudo poderia ter sido evitado em um pulo. Mas não.
Quero ver quantos de vocês conseguem me seguir, quantos podem ouvir meu assovio ímpar.
Nunca saberei direito sentir os aromas das cores.
Tudo levemente me dói, e é fácil sofrer quando se esta vivo, é fácil sofrer de medo, ou qualquer coisa de vivos.
Eu me queimo.
São quarenta momentos de consciência por segundo, imprimindo um fluxo instante de tempo.
I blink my eyes
Fragmento, tempo, deslocamento, moléculas, partículas, união visual das coisas. impressão
um arrepio solene me avisa, quando eu estava de soslaio ... a olhar
e se o cristo redentor, esfarelasse em poeira imensa cobrindo toda a cidade, o q seria da fé?!
Até agora estava ouvindo um barulho gigantesco na minha mente, e eu nem percebi.

2 de outubro de 2013

Branco só



Queria um rosto sem máculas, mas como evitar, se tanto sofri da vida, sou velha de ossos, meus cabelos brancos dizem, o quanto me castigara o tempo, lavei muita roupa no morro em que vivi, no longe de Minas Gerais, e pensei que meus filhos iam ser doutor, tive dez, sei o nome de cada um, de cor, a idade não falha tanto, o mais novinho é Roberto, que larguei pra criar com uma madame da cidade, nunca mais o vi, se deus for bom, ele me voltará doutor, sou viúva duas vezes, mas casei certinho, na igreja e no papel, meu vestido eu mesma fiz, era de argodão mais branco que tinha, bati de lavá na cachoeira, é tiro e queda, roupa lavada na cachoeira branqueia que só. Branqueia que só...

25 de abril de 2013

p.s.


Viver espasma, cego pelo toque, canceri-gena minhas entranhas e minha derme arrepiada, mancha de universo pequenino, na pele, me suco aos cantos, e derreto em pó, só não sei bem, pra onde ir. Queria tilintar passarinhos, como se fosse fácil, de porcelaninhas, e pequenininhos, queria trincá-los todos bem pertinho da gente, e ver todos os pios, de gaiolinha. Era tudo uma boa decorativa ilusão, de bom espaço, que assim se mude a luz, e o espaço se torna melhorado, muda a luz, até arraste aquele cubo mais pra lá, e talvez era melhor, passe um pouquinho de cores boas, e cheiros bons, e seria melhor. O que me falta é tempo. Não to no tempo.Tudo me da um pouco de vontade de chorar! Pois se eu morresse de vagarinho, me parecia uma boa escolha.

25 de fevereiro de 2013

Para ler de levinho



               Meu maior problema é o silêncio, por isso que eu grito, me haja fôlego e pregas vocais para tanto grito, tenho gritado desde os todos anos que tive, é como se fosse um grito que tive a partir do parto, e não me tivesse faltado fôlego para mantê-lo até o fim da vida, em todo o tempo, tudo atrapalhava esse grito fino e mesmo assim, continuou, pior que qualquer bossa; A qualquer momento me faltará voz para tanto grito, desmotivo.
                As piores vezes  são quando meu grito não é o suficiente, daí eu canto, cantar incomoda, sempre incomoda, meu cantar gritante é alto e incomoda, meu canto vai tirar seu sono, muitas e muitas vezes, pois é no teu sono que meu canto é.
                E eu sou completo, sinto-me como uma bolha, e luminoso eu explodo em um outro grito, e não sei nunca quando parar.
                E isso tudo devo à minha fobia de silêncio, não lido bem com o silêncio, nem gosto.
                Sinto que estou enlouquecendo, muito.
                Que se me amar agora, só agora, saberei que você pode me amar para sempre, pois só agora eu sou o eu que sou, e só agora eu posso dizer com verdade que odeio quase tudo, e que sei me amar, mesmo com todo o ódio que tenho de mim, e só agora como estou de toques, como estou assim de toques e por toques, só agora eu sei que ... sou difícil de chegar e quando chego a vontade que tenho é um choro contido e me dói, me dói muitíssimo e eu não sei os caminhos, mas as vezes chego a saber que não há caminho nenhum e que eu não sou de importância maior só por chegar no meu transe significado, mas, espero sempre alguma coisa que me tire do levitado ar que beijo, que me apague as frustrações que tenho da vida curta, que levei sem muito.
                E me tenha logo nos braços e suspire, se encha de mim pois eu sou ar, se entupa de meu existir pois sou agora melhor do que nunca mais serei, e só chego aqui sozinho, e só chego aqui sem companhia maior, só chego aqui quando não tenho mais ninguém para depositar tão imensa admiração que tenho das coisas, e deposito em mim, por pura falta de opção e deposito em mim, e é muito disso que sou, quase nada, mas sou.
                Estou pedindo para que me distraia da vida, pois sim, isso que sinto é a vida, a vida em poeira que me arde os olhos agora, que me dói, que de tão real se dissolve nas paredes de um tempo infinito, deixando passar,  me faz vontade de choro, e peço que me tire da vida, que me distraia novamente e assim eu volto, e ao voltar serei mais uma vez, infeliz de significados, e peço que me deixe ser isso, que me volte para tão infinito desgosto, pois assim que eu estiver, nunca perceberei que me era tão cruel a vida, assim como sei que estar onde estou nesse momento poeira, me dói, me dói, e eu sou covarde demais para conseguir ficar, me tire, me tire de qualquer realidade que vivo ou me deixe ouvir aquela canção, aqui onde estou, os sons estão apagados e eu não sei ouvir, aqui onde estou eu procuro a luz de tudo, e nada brilha o suficiente , aqui onde eu estou, eu nem sei onde é, me tire rápido, antes que seja tarde e eu não consiga nunca mais sair e me perca no infinito desse silêncio ensurdecedor que me ofende... que me ofende...
                Eu, já tentei muitas palavras no passado mas, mas, mas o que? E perceber como a minha orelha ficou bonita naquela foto, pois sim.
                Todo o caminho que eu soube, não existe mais.  Apagaram.

15 de dezembro de 2012

enfim


Eu o conheci no dia em que morreria, ele era lindo, a realidade era turva, noite, eu era ali feliz.
Era um cubo e víamos as pessoas ridículas, e as pessoas curiosas nos vinham espiar, e éramos ridículos também, e ali ele se matou, teremos que benzer e rezar o local, e pedir que se vá com luz, meu querido Luiz.
É que quando morre todo mundo vira santo, quando morre não existe mais crime, a alma é pura, e lindo, como era lindo, como foi bom conhecer, e como sinto mais do que nunca em toda minha vida, vontade, hoje eu sei o que é vontade, que vontade tenho de tê-lo.
Foram pouquíssimas palavras, e já tinha me feito feliz por 3 horas, me acostumei a acreditar que ele seria capaz de me fazer feliz por 3 anos ou mais.
Porquê o infinito não existe, e você realmente nunca sabe, quando é a hora da morte, não me contaram, não deu pra esperar.
Agora minha vida é mais uma vez estranha, e uma aura mística e fora das realidades ronda minha existência, e eu não tenho mais roteiro.
A tua alma, os teus lábios, que vontade que sinto de teus lábios, e eu jamais os terei, nunca foram meus, e eu não te conheço, minha alma chora tanto, e eu sinto sua falta, e  eu não te conheço.
Te vi na penumbra, e você passou com pressa, e disse que voltava.
Quando voltar me chame, pois eu quero te conhecer enfim.

10 de setembro de 2012

Uma canção de sossegos.


Uma canção de sossegos. Que grito, será este?
É uma canção de mil sossegos, são todos os meus silêncios, estou um poeta outro e o meu sofrer, sempre foi sentido no tato, no pelo. Não é diferente agora. Hoje dói também como sempre, hoje estou piorado.
Desgraça. Eu gosto de você, e daquela canção do Roberto, e isto não se pode quebrar, leve o que é teu, e só.

[]Nojo. []

Estou num tímido silêncio, simbiose, as minhas personalidades múltiplas, agora as encontro todas iguais, se fazendo no silêncio que tenho, todos os meus eu se encontram em um silêncio só, simbiose.

Eu sou gelado de sentimentos, e não me lembro bem o gosto, as vezes me prefiro com batatas, e se deus não existe? Só me resta agonia de complexo entendimento.

Uma garotinha ajoelha e pede a qualquer coisa, qualquer coisa boa para si e os seus. Às vezes a corda tende a se romper em diversos casos de vida e de morte, e a culpa é do infinito que nos domina imenso.

Por favor, acenda o meu cigarro.

[]

Preciso de outro tipo de ponto, minha onomatopeia esta desigual de tudo que tenho aprendido em esta vida, sua lealdade nem sempre me presta.

Tantos olhos que eu amei, hoje estou com repulsa de toques, mas quase sinto prazer, também pensei que amar era fácil.
Eu já fiz mais barulho, hoje não me reconheço mais, eu não choro tanto. Sou gelado de sentimentos.
O sossego que às vezes tenho não me acalma, só desgasta.
Tenho um segmento de dúvidas agora, uma luz estroboscópica.
Que canto será este? O meu dormir não me pertence, sertão seco que sou.

Me lembrei o que eu queria te falar, ou arranjei outra coisa para te dizer.

Giganta


Solto minha âncora, e aqui é onde eu vou ficar.
Turbulentas correntes e sereias.
Sereias gigantas, alienas.
Meu filme de terror continua, não sei mais onde se encontra o sussurro que me trouxe aqui.
Armei uma barraca em meio ao mar, desci minhas correntes e instalei minha ancora e fiz do nada o meu porto seguro, de águas infinitas, o meu olhar é uma solidão de tempos e o frio que sinto, gelar-me o osso, nunca me mata, o mar um dia tépido e quente ao mergulhar, me é hoje, uma baia de mansidão gélida e distante

Desci minhas correntes em pleno acostamento d’água e mergulhei no mar de asfalto, e percebi-me não vingado, perdi meu novelo e o meu destino raro, me sucedi atropelamento fútil.

Quero que seja claro o meu estar de estrelas e o movimento que tenho e sinto de uma corda que me pendura

Minha pesca não tem frutos, as carpas me enojam, e eu não como pedras, meu alimento é o sofrer que tenho, meu derivado movimento não é mais humano, eu não sou mais um dos seus seis ou sete, não sou mais um dos seus numerais, eu não sou nada, e como nada eu me encontro melhor, minha filosofia é outro entendimento, e eu sou mais peixe do que jamais eu fui em todo o meu existir.


Sou pior que as sereias de seus sonhos, sou giganta, os levo para o fundo do mar.

Eu não posso parar, minha caça existe e eu a planejo manter.

O grito é meu, eu sou o grito que te tinha levado, eu sou o grito que te sussurra todas as noites, sou giganta, e te levo.

Meu esconderijo de pedras é desequilíbrio de estar, e eu sou uma caça também, teu novelo e o meu canto se misturam e o desembaraçar de serpentes que meduzeiam minha virada, eu te olho e você se manifesta suspiro.